sábado, 27 de março de 2010

Reuniãozinha de 26.03/2010 :)‏

Opa :)

Hoje (sexta-feira) tivemos uma reuniãozinha sobre uma possível volta do Diapsi e como isso seria organizado e etc. Pois bem,lá vai o resumo do que foi discutido/proposto e os encaminhamentos para a próxima reunião :) Quem quiser pode chamar isso de ata. Ou não ;p Enfim,

Primeiro, foram apontadas algumas questões referentes ao histórico do Diapsi: Desde os anos de glória ( como proporcionar a Aracaju ser a sede do EREP - 2004) até o seu fim em 2008. E é nesse contexto "pós fim Diapsi" que surgiu o Coletivo de Estudos em 2009, composto por estudantes da graduação e do mestrado, com o objetivo de estudar assuntos que os interessam desde música, passando por quadrinhos até geopolítica. Esse grupo percebe a necessidade de uma representação estudantil, mas ao mesmo tempo não quer "morrer" para que um Centro Acadêmico (CA) surja e por isso, pessoas que não "fazem parte" do coletivo são chamadas a participar desse projeto de "ressureição" do Diapsi.

Em segundo lugar,foram apontadas as vantagens de ser ter um Centro Acadêmico e/ou Diretório Acadêmico. Dentre elas está a possibilidade de voto diante das questões discutidas no departamento como reforma curricular, contratação de professores, oferta de disciplinas, verba do Proquali entre tantas outras coisas em que se faz necessária a voz do estudante - diretamente afetado pelas decisões tomadas pelos professores. Ainda nesse sentido, a importância de um grupo articulado é reforçada pelo enriquecimento pessoal, profissional e político que é proporcionado.

Entre essas discussões todas, algumas coisa foram faladas sobre o EREP ( Encontro Regional dos Estudantes de Psicologia). Esse ano ele acontece na Bahia ( ainda não se sabe se é em Salvador ou Camaçari) nos dias 9 a 12 de outubro. O tema desse ano é - "Psicologia, sociedade e autogestão: construindo identidades a partir da coletividade.

" O EREP ainda está em fase de construção e tal e acontecem reuniões virtuais no msn todo domingo às 15h. Mas uma dessas reuniões será presencial. Acontecerá nos dias 18 a 20 de abril em Campina Grande. Para maiores informações só se cadastrar na lista do erep mandando um e-mail em branco para:
erepnone-subscribe@yahoogrupos.com.br

Bom, depois de lançadas essas questões mais "pesadas" precisamos fazer algo mais concreto ( como lembrado pela Ana). Existe um Estatuto do Diapsi ( datado de 2002) com todas as diretrizes que devem ser seguidas nesse empreitada, como um courum mínimo de 6 pessoas para a composição de uma chapa, prazo para inscrições, debates e votação e outras coisas mais burocráticas.

Por fim, algumas coisas ficaram como tarefa de casa :
1) Ler o estatuto do Diapsi e anotar dúvidas ou sublinhar pontos interessantes/importantes ( Mairla tem o arquivo em pdf e mandará por e-mail);
2) Nos encontrarmos para discutir o Estatuto e o que mais aparecer , na quarta-feira(31.03) às 19h na salinha do Diapsi (: ( Essa reunião tem caráter extraordinário devido ao feriado de Sexta-feira Santa - as reuniões, por enquanto, continuarão nas sextas-feiras às 17h);
3) Participar da Reunião sobre reforma curricular na segunda (29.03) às 9h no Auditório do DPS. Quem for, faz um resuminho bacana e lança por aqui ;D (O DPS mandou um e-mail e tal,aqui é só pra reforçar mesmo!)

Ufa! Pra você que chegou até aqui, desculpa o gigantismo do e-mail :x
Acho que é isso.Espero que tenha ficado claro ou um pouco, pelo menos ;x Quem quiser acrescentar algo ou perguntar, sinta-se em casa :D

Carmem - 3° período
:**

P.S. 1)Para participar das reuniõezinhas virtuais do erep só adcionar eu, Mairla, Tamyres, Mateus (eu acho ;p) ou Nayara no msn que a gente convida pra conversa (y).
2) Tem uma cópia do Estatuto no arquivo do Diapsi pra quem por ventura não quiser ler no computador e pá.
3) Estavam presentes representantes do 1° período ( Amanda, Ana, Andrea, Carlos, Larissa e Julia), 3° período (Bruno, Carmem, Jessica, Lavinia, Levi, Murilo, Nayara, Rivana, Tamyres e Willians ), 7° período ( James e Mairla) e pessoas sem período definido ( Mateus e William). Além de Fernanda, caloura de Ambiental ( Eu acho ;p).

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Atrasado, mas vá lá...

É o seguinte, pessoas! O SINPSI (Sindicato dos Psicólogos do Estado de Sergipe) convida a todos os psicólogos (se graduandos entram nesta categoria? Não custa arriscar...) para a solenidade de posse de sua diretoria, na Escola do Legislativo. Pra você que não sabe onde fica (assim como eu não sabia, mas isto é irrelevante, né?), vai ser no Palácio Fausto Cardoso, na - vejam só! - Praça Fausto Cardoso. Quando!? Dia 29! Sim, esta sexta feira, às 17 horas. Acho que, por enquanto, é só...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Carta Aberta aos Professores (e alunos)

Senhores professores,
Senhores alunos,

Supondo que o móvel daqueles que ensinam e dos que querem aprender, no ambiente de uma universidade, esteja calcado numa relação sincera e ética para com este objetivo, entendemos adequado e oportuno dirigirmos a vocês as nossas interpelações sobre as práticas adotadas no ensino da disciplina de Psicopatologia, que tem como modalidade a apresentação do enfermo, ou a chamada entrevista psicopatológica, a qual pressupõe a utilização dos pacientes selecionados entre internos em hospitais psiquiátricos, que são submetidos ao escrutínio do professor, diante de um grupo de aprendizes, para o assinalamento dos sintomas e dos quadros psicopatológicos.


Não faz mal lembrar a todos que hoje se encontra sobejamente documentada e disponível uma vigorosa produção bibliográfica de natureza histórica, profundamente reveladora das opressivas condições sociais possibilitadoras da produção dos saberes e práticas médico-psicológicas acerca da loucura. De tal produção fica patente, sem pretender julgar moralmente o passado, que estes saberes e práticas, ainda que produzidos pormotivações supostamente humanitárias, foram constituídos num regime de poder e opressão, segregador e silenciador da loucura, com forte compromisso com a ordem social, em detrimento ao respeito aos direitos e à dignidade dos supostos beneficiários do seu desenvolvimento. Marcada pelo signo da violência, que converteu uma parcela da humanidade em meros objetos de interesse científico, desqualificando sistematicamente todas as palavras e atos deste grupo, a produção do discurso psicopatológico como a verdade positiva sobre a sua experiência é tributária das condições institucionais do seu encarceramento manicomial, sempre justificado como necessário à boa ordem social e ao bom desenvolvimento da ciência.

Cumpre assinalar que a condenável prática de apresentação do enfermo está a priori baseada numa relação desrespeitosa com a dignidade dos sujeitos. Nesta circunstância, estes são expostos à mera curiosidade acadêmica, numa desigual e assimétrica relação de poder social, sem considerar os seus direitos à intimidade e à privacidade, servindo a interesses que não lhe beneficiam pessoalmente de qualquer modo, já que tais apresentações não se inserem em nenhuma de suas necessidades terapêuticas.

A formação que tem sido possibilitada por meio deste tipo de prática, além de questionável desde o ponto de vista ético e igualmente pedagógico - por insuficiente e infrutífera para a aprendizagem dos estudantes - encontra-se na contra-mão da política oficial da Saúde Mental do país, não respondendo às exigências da formação de recursos humanos adequados às necessidades da Reforma Psiquiátrica Brasileira.

E, neste contexto, o que é mais grave: a sua manutenção atenta frontalmente contra vários dispositivos legais, tais como o Artigo 5°, incisos III e X da Constituição Federal; o Artigo 2°, incisos II , III e VIII, e o Artigo 11° da Lei Federal 10216/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos dos portadores de transtornos mentais , além de agredir também a vários aspectos do que está disposto nos Princípios para a Proteção de Pessoas Acometidas de Transtorno Mental, da Organização das Nações Unidas - ONU, de 1991, e a vários dos princípios consignados na Carta de Direitos dos Usuários e Familiares de Serviços de Saúde Mental, de dezembro de 1993, além de contrariar também os aspectos previstos nas Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas envolvendo Seres Humanos estabelecidas pela Portaria n° 196/96, do Conselho Nacional de Saúde.
A utilização do espaço dos anacrônicos hospitais psiquiátricos como campo de prática para a formação de profissionais de Saúde Mental não mais se justifica. Frutos do empenho de vários setores da sociedade brasileira, já existem hoje no Brasil mais de 600 unidades públicas oficiais que oferecem atendimento psicossocial aos portadores de transtorno mental. Estes estabelecimentos, que têm como pilar fundamental o dever de promover a cidadania dos seus usuários, a ampliação de sua autonomia e o compromisso de contribuir decisivamente para a sua inserção social, colocam-se como o espaço privilegiado para as práticas docentes assistenciais.

Nestes serviços substitutivos, CAPS (Centros de Atenção Psicossocial), Hospitais-dia, Moradiasprotegidas, Centros de Convivência, são amplas as possibilidades de práticas de ensino e produção de conhecimento sobre as dinâmicas subjetivas dos sujeitos ali atendidos, inclusive acerca dos aspectos vinculados às suas expressões sintomáticas.

Entretanto, o acesso a tais expressões fica condicionado a que as estas não sejam tomadas como meras expressões bizarras do funcionamento psíquico do usuário, mas sim como uma ponte para a produção dos sentidos e significados organizadores de sua experiência vivida.

Nestes ambientes, certamente não serão tolerados os modos ligeiros dos contactos superficiais, utilitários e descompromissados com os sujeitos, tal como se caracteriza a prática de "apresentação do enfermo" que ocorre nos manicômios atualmente. Em compensação, os vínculos estabelecidos pelos professores e estudantes, com os serviços e suas clientelas, excederão em muito na qualidade, no entendimento e na compreensão da dinâmica da experiência destes sujeitos em seus variados modos de expressão.
Aos estudantes, conclamamos que se rebelem contra o comodismo conservador dos mestres que insistem nesta tradição decadente e oferecem apenas uma versão caricata, institucionalmente deformada, das experiências do sofrimento humano de pessoas assim reduzidas à condição de meras cobaias para uma aprendizagem acadêmica.

Rebelem-se! Não aceitem que, por injunções burocráticas, o ensino da Psicopatologia possa estar descolado das demais aprendizagens fundamentais que possibilitam a convivência e o manejo adequado das relações terapêuticas em beneficio dos sujeitos atendidos. Não aceitem o afrouxamento da Ética em prol do pragmatismo burocrático daqueles que têm a responsabilidade de organizar as condições dignas do ensino-aprendizagem.

Estimamos que vocês, na condição de profissionais futuros, mobilizem-se e reivindiquem das suas Faculdades e dos seus professores
urgente estabelecimento das condições adequadas para a
qualidade de um verdadeiro processo de formação.

Núcleo de Estudos pela Superação dos Manicômios/Bahia
Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial
Associação Brasileira de Ensino de Psicologia
Conselho Federal de Psicologia

(Texto disponível para download no www.pol.org.br)

CAPS: sim, não, talvez...

Vai rolar!
Tendo em vista as dicussões na lista do DIAPSI foi combinado então uma roda de conversa (informal) entre os estudantes com a proposta de discutir reforma psiquiátrica, caps, o papel das disciplinas da universidade neste contexto e o que mais rolar.
Lembrando que foi lançada numa aula de Psicopatologia para o 5° período com base em um texto chamado "Carta aberta enviado aos professores e alunos" que está aí logo em cima.
Marcado então para a QUARTA, DIA 06 DE AGOSTO, AS 18H30M, NA SALA DE AULA DO MESTRADO DE PSICOLOGIA (DID-II, 1ºANDAR - SUBIU AS ESCADAS VIRA A DIREITA, ULTIMA SALA DO CORREDOR).


Apareçam =)

terça-feira, 29 de julho de 2008

IV EREP NORTE/NORDESTE


IV Encontro Regional de Estudantes de Psicologia do Norte e Nordeste

'Psicologia e Meio Ambiente: Nossas Faces Sócio-Culturais'

Onde: Porto Velho - RO
Quando: de 16 a 19 de outubro de 2008
Objetivo: Fomentar a troca de conhecimentos acerca da inter-relação Pessoa e Ambiente, observando como o indivíduo percebe, avalia e age frente ao ambiente que convive e como este ambiente, por sua vez, modifica e influencia as condutas humanas.

Inscrições e informações no site:

http://erepnne.cjb.net/ro2008/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1

quinta-feira, 24 de julho de 2008

óia,
não sei se todos estão acompanhando, mas na lista dos estudantes do curso tá um fuzuê sobre uma tematica q já considero até um pouco velha...
é sobre o olhar psicopatológico que a matéria psicopatologia geral faz a todos os estudantes irem visitar lugares onde há pessoas com transtornos e acabam reduzindo pessoas à doenças...
dai, o intuito desse post é ver o interesse de quem estaria afim de participar de uma roda de conversa (ao vivo) que já foi proposta na lista dos estudantes, pra se conversarem sobre essas impressoes sobre o campo... a principio não pensamos na ideia de chamar professores... q axo até de suma importancia q eles participem... mas tb axo interessante essa proposta de discussão entre os estudantes, a fim de unir veteranos com calouros e tbm já formados como alunos do mestrados e etc... e no caso axo q a presença do professor um pouco intimidante de principio.... mas não descartaria... e tb seria outro assunto a ser discutido...
e ai? quem topa participar?
seria bom q quem tem interesse e pode, colocasse os horarios disponíveis (de preferencia q não fosse durante o turno de aulas da ufs, pra q os outros alunos tb pudessem participar)
já tem uma proposta q seja daki a 15 dias +/- (dia 7 talvez) pra não esfriar tanto a discussão.. mas axo q o quanto antes melhor...

comentem ai... :P